O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pode renomear o Bolsa Família, programa social criado pelo ex-presidente Lula (PT), seu provável adversário no segundo turno em 2022, buscando afastar o programa social de transferência de renda do petista e aproximando de si a imagem de criador de uma espécie de auxílio emergencial permanente.

Bolsonaro sabe que precisa correr atrás após perder popularidade nos últimos meses, com o agravamento da crise provocada pela pandemia da Covid-19, e, para isso, conta com o ‘novo Bolsa Família’ turbinado e rebatizado como Auxílio Brasil. O governo deve propor um aumento do valor das parcelas do programa, uma forma de tentar construir apoio entre os mais pobres. No ano passado, o auxílio emergencial de R$ 600 chegou a ter esse efeito, com o presidente tendo mais apoio e menos rejeição, sobretudo nas classes mais baixas.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pode renomear o Bolsa Família, programa social criado pelo ex-presidente Lula (PT), seu provável adversário no segundo turno em 2022, buscando afastar o programa social de transferência de renda do petista e aproximando de si a imagem de criador de uma espécie de auxílio emergencial permanente.

Bolsonaro sabe que precisa correr atrás após perder popularidade nos últimos meses, com o agravamento da crise provocada pela pandemia da Covid-19, e, para isso, conta com o ‘novo Bolsa Família’ turbinado e rebatizado como Auxílio Brasil. O governo deve propor um aumento do valor das parcelas do programa, uma forma de tentar construir apoio entre os mais pobres. No ano passado, o auxílio emergencial de R$ 600 chegou a ter esse efeito, com o presidente tendo mais apoio e menos rejeição, sobretudo nas classes mais baixas.