Suspeito de assaltar banco em João Pessoa estava em um carro em Campina Grande — Foto: Reprodução/TV Paraíba

Um homem suspeito de envolvimento no assalto a uma agência do Banco do Brasil, em João Pessoa, foi preso na noite da terça-feira (9) com R$ 17 mil em espécie, dentro de um carro, em Campina Grande. Segundo a Polícia Civil, o homem não soube explicar a origem do dinheiro, e foi levado para a Central de Polícia Civil no bairro do Catolé, juntamente às cédulas apreendidas, e também o carro.

O crime aconteceu por volta das 13h, na agência que fica na Avenida Epitácio Pessoa. No momento do assalto, um grande número de clientes estava no local. Cinco homens encapuzados invadiram a agência pela porta da frente, quebrando o vidro com uma marreta, e renderam vigilantes.

Eles tentaram ter acesso ao cofre, mas não conseguiram, e fugiram levando o dinheiro dos caixas eletrônicos, em malotes, em um veículo branco, atirando para cima durante a fuga. O carro usado na fuga foi encontrado abandonado no bairro de Expedicionários, em João Pessoa, no final da tarde. A quantia levada não foi divulgada, e as imagens do circuito de segurança da agência foram resgatadas para ajudar nas investigações.

A prisão do suspeito, em Campina Grande, aconteceu horas depois, por volta das 22h, quando os policiais abordaram o homem, em um carro branco diferente do que foi usado no crime. Ao fazer uma inspeção, os policiais encontraram o dinheiro em espécie, e o motorista não soube dizer a origem do material.

Suspeitos colocaram malotes roubados de banco em um carro que foi abandonado no bairro de Expedicionários, na capital. — Foto: Foto: Reprodução TV Cabo Branco
Suspeitos colocaram malotes roubados de banco em um carro que foi abandonado no bairro de Expedicionários, na capital. — Foto: Foto: Reprodução TV Cabo Branco

O caso é investigado pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco), em João Pessoa.

O Sindicato dos Bancários da Paraíba lamentou o ocorrido, em nota. “Acabamos de testemunhar a vulnerabilidade de uma agência bancária que tem portas de segurança e vigilantes. Agora, imaginem a exposição de clientes e funcionários nos escritórios dos bancos, caso eles retirem as portas giratórias com detector de metais e a vigilância”, disse o presidente do sindicato, Lindonjhonson Almeida.

G1