Foto: Reprodução/Redes Sociais

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, indicou o ex-secretário-executivo do Ministério do Trabalho e Previdência Bruno Dalcomo para o mesmo posto na pasta que comanda. Já é o terceiro nome para o cargo desde que o cardiologista assumiu em março de 2021. O anúncio foi feito neste domingo e precisa ser oficializado no Diário Oficial da União (DOU).

Novo número dois de Queiroga, Dalcomo ocupará a cadeira que o ex-diretor adjunto da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) Daniel Pereira deixou vaga na última sexta-feira. O advogado, que ficou dois meses no cargo, deixou o ministério para tomar posse como diretor na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“Convidei o Bruno Dalcolmo, servidor de carreira de Gestor de Políticas Públicas do ME, para assumir a Secretaria Executiva do Ministério da Saúde. Dalcomo substituirá Daniel Pereira, que passa a fazer parte da diretoria da Anvisa. (…) Já conhecia o Bruno e seu trabalho e também recebi ótimas referências dos Ministros Paulo Guedes e Bruno Bianco. Certamente ele ajudará muito a saúde do nosso País”, escreveu o ministro.

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Dalcomo alçou à secretaria-executiva do Ministério do Trabalho e Previdência em agosto de 2021, ainda na gestão de Onyx Lorenzoni, cargo do qual foi demitido pelo atual ministro, José Carlos Oliveira, em junho deste ano. A saída dele levou a uma debandada na pasta.

Antes, atuou como secretário do Trabalho do Ministério da Economia, na gestão de Paulo Guedes. A carreira nos Três Poderes se estende também à Casa Civil, onde foi assessor especial, e à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), onde exerceu o posto de superintendente.

Segundo o currículo, o novo braço direito de Queiroga é formado em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília (UnB), com mestrado na área de Política Econômica Internacional pela London School of Economics (LSE). Servidor de carreira do Ministério da Economia, o novo secretário-executivo atuava na área de criação de empregos e gestão da Previdência desde o começo do mandato de presidente Jair Bolsonaro.

Carta Capital