Fachada da sede do prédio da OCDE, em Paris, na França

O PIB (Produto Interno Bruto) dos países da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico) teve crescimento médio de 0,3% no 2º trimestre, segundo estimativa prévia. O percentual tímido é o mesmo do trimestre anterior. Eis a íntegra do relatório (536 KB).

Os países mais próximos ao conflito na Ucrânia tiveram contração. A Polônia registrou queda de 2,3%, enquanto o PIB da Letônia caiu 1,4% e o da Lituânia, 0,4%. Já a economia da Hungria diminuiu de 2,1% para 1,1%.

Outras nações europeias apresentaram crescimento. Casos de Holanda (2,6%), Suécia (1,4%), Espanha (1,1%), Noruega e Dinamarca (ambas 0,7%) e Finlândia (0,6%).

Dos países da OCDE mais distantes do conflito, Israel registrou o maior crescimento do PIB, com 1,7%, seguido do México (1%).

A economia do G7 –grupo dos 7 países mais ricos do mundo– cresceu 0,2% na comparação com o trimestre anterior, quando registrou estagnação. O PIB de Alemanha, Estados Unidos e Reino Unido caiu 0,1%, enquanto o de Canadá (1,1%), Itália (1%), Japão e França (ambos com 0,5%) teve aumento.

Segundo a OCDE, as exportações líquidas (exportações menos importações) foram responsáveis pelo crescimento do PIB na França, além de contribuírem de forma positiva para a economia do Reino Unido e dos Estados Unidos. Na Alemanha, por sua vez, foi determinante para os números negativos apresentados nesse 2º trimestre.

No Japão, o crescimento do consumo privado influenciou positivamente na economia. Segundo a OCDE, todos os países do G7 passaram a registrar PIB igual ou superior ao nível pré-pandêmico (4º trimestre de 2019).

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