(Foto: Nelson Jr./TSE)

No próximo dia 30 de outubro, data do segundo turno das Eleições Gerais de 2022, as eleitoras e os eleitores de oito municípios brasileiros também vão às urnas para eleger novos prefeitos e vice-prefeitos em eleições suplementares.

O pleito municipal ocorrerá nas cidades de Cachoeirinha, Cerro Grande e Entre Rios do Sul no Rio Grande do Sul, Joaquim Nabuco e Pesqueira, em Pernambuco, Canoinhas, em Santa Catarina, Pinhalzinho em São Paulo e Vilhena, em Rondônia.

No mesmo dia, 156 milhões de brasileiros aptos a votar retornarão às urnas para escolher, entre os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, e Jair Bolsonaro, do PL, o próximo presidente da República.

Em 12 estados, ainda haverá segundo turno para governador. A nova votação foi convocada porque os prefeitos eleitos em 2020 tiveram o mandato ou o registro cassados pela Justiça Eleitoral.

Os que forem escolhidos no dia 30 vão administrar cada município pelos próximos dois anos. É o que explica o analista judiciário do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia Jaime Barreiros.

Mas quandio o eleitor vota num candidato e esse candidato, que aparentemente está concorrendo, tem, após a eleição, o seu registro cassado pela Justiça Eleitoral, e a quantidade de votos anulados após a eleição pela Justiça Eleitoral é maioor do que 50% do total, é necessário, de acordo com a lei, se realizar uma outra eleição.

Seria injusto chamar o segundo colocado numa situação dessa porque não seria legítimo.

A ordem de votação na urna será: governador, onde houver segundo turno, presidente, em todo o país, e prefeito, onde houver eleição suplementar. Da Rádio Senado, Pedro Pincer.

 

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