Ex-procurador e coordenador da força-tarefa da Lava Jato, Deltan Dallagnol havia sido condenado pelo Tribunal de Contas da União

Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) deferiu a candidatura de Deltan Dallagnol (Podemos) e o ex-procurador da República poderá ser diplomado como deputado federal. A decisão ocorre de maneira unânime entre os juízes da corte e abre caminho para que o ex-chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato exerça o mandato parlamentar à partir de fevereiro do próximo ano. Nas suas redes sociais, Dallagnol comemorou a decisão judicial e afirmou que uma das “maiores mentiras dessa eleição foi a de que eu estaria inelegível, mas essa farsa acabou”. “A Lava Jato estará no Congresso Nacional”, disse. A decisão dos juízes foi de negar os pedidos de impugnação realizados pela coligação do Partido dos Trabalhadores (PT) e pelo Partido da Mobilização Nacional (PMN). Nas argumentações, as siglas acusavam Deltan de estar inelegível por responder a um processo administrativo no Ministério Público Federal (MPF) e em decorrência de sua condenação no Tribunal de Contas da União (TCU). O órgão paranaense, no entanto, teve um entendimento contrário às legendas e liberou Dallagnol para ser diplomado.

 

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