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O presidente e candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL) afirmou nesta 6ª feira (21.out.2022) que vai promover uma “superlive” de 22 horas de duração neste sábado (22.out). A transmissão ao vivo, marcada para às 17h, terá a participação do jogador Neymar, do ex-juiz e senador eleito pelo Paraná Sergio Moro (União Brasil), do pastor Silas Malafaia e outras personalidades.

Queria anunciar a todos que amanhã às 17h teremos uma superlive. Pode ter certeza, bateremos recorde de participação. Presentes, obviamente, o presidente da República, o nosso Neymar, Sergio Moro, governador [de Minas Gerais Romeu] Zema, Tarcísio, candidato a São Paulo, líderes religiosos, Silas Malafaia, entre tantas e tantas outras pessoas”, disse.

Bolsonaro deu a declaração em suas considerações finais na entrevista ao SBT  e ao pool com outros 5 veículos de imprensa: CNN Brasil, Estadão/Eldorado, Veja, Rádio Nova Brasil e Terra. Com a ausência do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao debate previsto, a emissora e os demais veículos optaram por fazer uma entrevista com o atual presidente.

Bolsonaro anunciou que participará da 1ª hora da live de sábado, que continuará com a participação de aliados e personalidades que apoiam a reeleição do chefe do Executivo. Na 4ª feira (19.out), o presidente declarou que sua equipe prepara um material que consolida propostas do seu plano de governo em 22 itens. A expectativa é que o material seja divulgado na “superlive” de amanhã.

Eu participarei da 1ª hora da live, ela durará 22 horas. Participe, pelo menos no começo, é muito importante. Vamos ouvir o Neymar, personalidades do Brasil todo”, afirmou. Em suas palavras finais na entrevista, Bolsonaro também destacou o “rigor fiscal” de seu governo e criticou as gestões petistas anteriores.

Em 29 de setembro, o jogador de futebol Neymar Jr. declarou apoio a Bolsonaro. Nesta semana, o candidato também se reuniu com artistas da música sertaneja. Os cantores Gusttavo Lima, Leonardo, Chitãozinho, Zezé de Camargo e Marrone declararam apoio ao chefe do Executivo em sua disputa pelo Palácio do Planalto contra o ex-presidente Lula, em 30 de outubro.

Poder 360