Após acidente, viúva de Gugu questiona estrutura de casa nos EUA

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"Só consigo lembrar da hora do barulho. Ele subiu ao sótão e de uma hora para outra só se ouviu o barulho do Gugu caindo no chão'. Ela foi a primeira a vê-lo no chão. (Foto: Reprodução)

“Como que a gente podia imaginar que uma casa grande em um país evoluído faz um sótão dessa maneira?”, afirmou Luiz narrando o relato de Rose.

Rose Miriam di Matteo, viúva de Gugu, contestou a forma como as casas são construídas nos EUA, após o acidente que causou a morte do apresentador Gugu Liberato na última quarta-feira (20). Em tributo na programação da TV Record que foi ao ar neste domingo (24), Geraldo Luís e Luiz Bacci conversaram sobre o acidente e a estrutura das residências.

“O Gugu mal podia imaginar como é a construção do sótão nas casas americanas e isso é muito grave”, disse Luiz Bacci. Geraldo Luís concorda e faz um alerta: “As construções do Brasil são muito diferentes das construções dos Estados Unidos, da construção da casa, do teto, do sótão”.

Bacci relatou ter conversado por telefone com Rose Miriam di Matteo, viúva de Gugu. Segundo o apresentador do Cidade Alerta, a mulher, que está muito abalada, contou que no momento do acidente ela e os três filhos – João Augusto, de 18 anos, e as gêmeas Mariana e Sofia, de 15 anos – estavam em casa.

Luiz afirmou que o piso do sótão das casas americanas é feito de placas de gesso, chamadas de drywall, espuma e vigas de madeira. Segundo Bacci, profissionais que fazem reparos residenciais tem a prática de pisar apenas na parte de madeira, mas que Gugu, que não tinha essa informação, pisou na área de gesso e, por isso, caiu.

“Com o peso, toda a espuma e o drywall se abrem, mais ou menos um buraco de 50, 60 de largura e a esposa encontra ele caído no chão. Então, eu não consigo entender porque as casas lá são feitas dessa maneira, se o certo é lá ou aqui no Brasil. Eu ainda acredito que o cimento e o concreto são mais seguros”, disse o apresentador.

“Bacci, eu só consigo lembrar do barulho. Foi uma coisa de instantes. Ele subiu e depois de uma hora para outra só se ouviu o barulho do Gugu caindo no chão. Como é que eles constroem um sótão dessa maneira? Como que a gente podia imaginar que uma casa grande em um país evoluído faz um sótão dessa maneira?”, afirmou Luiz narrando o relato de Rose.

“Só consigo lembrar da hora do barulho. Ele subiu ao sótão e de uma hora para outra só se ouviu o barulho do Gugu caindo no chão’. Ela foi a primeira a vê-lo no chão.

Como Rosa é médica, ela estava habilitada para realizar os primeiros socorros e que, ela e os filhos, pensaram em levar Gugu de carro para o hospital, mas depois decidiram chamar a emergência. “Eu parei, tentei ser mais racional, e ligamos para o resgate, que chegou em cinco minutos”, relatou.

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