O estudo geológico preliminar realizado nas falésias de Pipa, no litoral potiguar, indicou que o trecho que desabou e matou um casal e o filho de 7 meses no último mês de novembro possui áreas consideradas de risco. Dez estabelecimentos no topo das falésias, uma residência, duas escadas de acesso e trechos na faixa de areia - incluindo o local onde ocorreu o acidente - seguem interditados na Praia de Pipa.
O estudo preliminar contratado pela Prefeitura de Tibau do Sul, ao qual o G1 teve acesso, mapeou cerca de 3 km de extensão nas encostas da praia do Centro e da Baía dos Golfinhos, onde aconteceu o acidente, e encontrou 15 indícios de instabilidade. A área foi identificada como “trecho 1” no documento.
O grau de risco foi definido a partir da identificação das áreas de perigo das falésias (sendo P4 a área mais perigosa) e dos índices de vulnerabilidade (sendo V4 o maior). Esse último considera as edificações instaladas nas falésias.

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