O presidente do Consórcio Nordeste, Wellington Dias, anunciou que, durante reunião com a Organização das Nações Unidas (ONU) e da Organização Mundial da Saúde (OMS), os chefes de Executivo estadual pediram a quebra de patente do Insumo Farmacêutico Ativo (IFA) necessário para produzir os imunizantes contra à Covid-19.

Wellington explicou que, dessa forma, será possível cobrir a demanda existente, hoje, no Brasil e ajudar outros países.

“Na agenda com a ONU, foi apresentado, inicialmente, pelo governador Flávio Dino (MA) e por todos os governadores, a importância de trabalharmos a quebra de patente. Em um primeiro momento, a antecipação da transferência tecnológica para que a Fiocruz e o Butantan possam produzir o IFA no país. Queremos descentralizar a produção”, explicou.

O presidente do Consórcio explicou ainda que a diplomata Amina J. Mohammed aceitou trabalhar a proposta que deve ser chamada de rede pós-covid.

“A ideia é colocar uma responsabilidade no mundo inteiro de atuar globalmente na chamada rede pós-covid. A necessidade que cientistas do mundo possam lidar com as sequelas para que possamos cuidar, inclusive de problemas depressivos, que se tenha um conhecimento mais profundo do ponto de vista científico e, ao mesmo tempo, uma rede que possa atuar no mundo inteiro”, explicou o governador.

Na mesma reunião, foi anunciada a antecipação de quatro milhões doses de vacinas contra o coronavírus para o Brasil, de um total de oito milhões. O encontro foi por meio de videoconferência e contou com a participação dos demais governadores brasileiros integrantes do Fórum de Governadores.

Redação/Portal Paraíba