Brasil registra 409 mortes por Covid em 24 h e chega a 606 mil óbitos

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) — O Brasil registrou 409 mortes por Covid e 13.414 casos da doença, nesta terça-feira (26). Com isso, o país chegou a 606.293 vidas perdidas e a 21.748.303 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2 desde o início da pandemia.

As médias móveis de mortes e casos permanecem em estabilidade, ou seja, sem variações superiores a 15%, em relação aos dados de duas semanas atrás. A média de óbitos agora é 342 e a infecções de 11.966.

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

Os dados da vacinação contra a Covid-19, também coletados pelo consórcio, foram atualizados nos 26 estados e no Distrito Federal.O Brasil regis

trou 2.144.591 doses de vacinas contra Covid-19, nesta terça-feira. De acordo com dados das secretarias estaduais de Saúde, foram 403.545 primeiras doses e 1.265.002 segundas. Também foram registradas 477.135 doses de reforço.

As doses únicas ficaram com valores negativos (-1.091), nesta terça. Isso ocorreu devido a dados negativos no Amazonas (-320), na Bahia (-18), no Ceará (-2.649), em Minas Gerais (-72) e em Mato Grosso (-1).

Ao todo, 153.733.428 pessoas receberam pelo menos a primeira dose de uma vacina contra a Covid no Brasil – 107.784.398 delas já receberam a segunda dose do imunizante. Somadas as doses únicas da vacina da Janssen contra a Covid, já são 112.307.569 pessoas com esquema vacinal completo no país.

Assim, o país já tem 72,07% da população com a 1ª dose e 52,65% dos brasileiros com esquema vacinal completo. Considerando somente a população adulta, os valores são, respectivamente, de 94,84% e 69,29%.

Mesmo quem completou o esquema vacinal com as duas doses deve manter cuidados básicos, como uso de máscara e distanciamento social, afirmam especialistas.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.