Recursos equalizáveis somam R$ 115,8 bilhões; Plano Safra 2022/2023 tem maior montante da história

O Ministério da Economia autorizou nesta 3ª (19.jul.2022) o pagamento de equalização de taxas de juros em financiamentos rurais pelo Plano Safra. A soma dos recursos equalizáveis é de R$ 115,8 bilhões.

De acordo com uma portaria publicada pelo ministério, as instituições financeiras devem iniciar o atendimento das necessidades dos produtores rurais por esses recursos, direcionados principalmente para investimentos, de imediato.

O direcionamento de dinheiro é feito por meio de programas de investimentos. Eis uma lista de algumas dessas iniciativas:

  • Programa ABC+ (Programa para a Adaptação à Mudança do Clima e Baixa Emissão de Carbono na Agropecuária);
  • PCA (Programa para Construção e Ampliação de Armazéns);
  • Inovagro (Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária);
  • Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar);
  • Pronamp (Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural).

A Secretaria do Tesouro Nacional poderá, quando solicitado pelo Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), remanejar os limites equalizáveis entre as diferentes categorias de financiamento de que trata a portaria.

Leia a lista de instituições financeiras contempladas pela medida:

  • Banco do Brasil;
  • Banrisul (Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A);
  • BDMG (Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais);
  • BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social);
  • BRDE (Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul);
  • Caixa (Caixa Econômica Federal);
  • Credialiança (Credialiança Cooperativa de Crédito Rural);
  • Credicoamo (Credicoamo Crédito Rural Cooperativo);
  • Cresol Confederação (Confederação Nacional das Cooperativas Centrais de Crédito e Economia);
  • Sicoob (Banco Cooperativo Sicoob S.A.); e
  • Sicredi (Banco Cooperativo Sicredi S.A.).

O Plano Safra 2022/2023 foi lançado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) em junho e terá R$ 340,88 bilhões para apoiar a produção agropecuária nacional até o próximo ano. O valor é 36% maior que o do biênio anterior e é considerado “o maior da história”.

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