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teste de integridade das urnas foi realizado pelos Tribunais Regionais Eleitorais momentos antes da votação do último domingo, 2. A verificação aconteceu em 648 Seções eleitorais distribuídas em todas as unidades da federação. O teste simula uma votação normal, os votos são dados em papel para conferir se estão de acordo com o que foi digitado na urna eletrônica. Todo o processo foi filmado. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, o ministro Alexandre de Moraes, defendeu que, mais uma vez, o teste de integridade comprovou a eficiência das urnas eletrônicas. “Todas as urnas conferiram os votos dados na urna com os votos dados em papel, lembrando que o teste de integridade é filmado integralmente, para comparar exatamente os votos dados em papel, que são preenchidos anteriormente, por escolas, estudantes, partidos políticos e digitados no momento da realização do teste de integridade, digitado pelos servidores da Justiça Eleitoral”, comentou.

Este ano, pela primeira vez, também foi realizado um teste piloto do teste de integridade com o uso da biometria. A checagem foi feita em 20 Estados e no Distrito Federal, com 58 urnas eletrônicas. 2044 eleitores voluntários participaram da checagem biométrica. Neste teste piloto, o eleitor votou normalmente na sessão eleitoral e, ao deixar o local, foi convidado por um servidor da Justiça Eleitoral a participar do teste com a biometria. O eleitor que aceitou o convite foi então encaminhado a uma outra sala, no mesmo local de votação, onde posicionou o dedo no leitor biométrico para identificação naquela seção de teste. Moraes confirmou que, nesse processo, a Justiça Eleitoral também não encontrou irregularidades. “Nós realizamos, como todos se recordam, em 58 seções eleitorais, com 58 urnas em 20 estados da federação e do Distrito Federal, um projeto piloto com biometria. O teste de integridade com biometria. Nesse teste, participaram 493 voluntários. E, da mesma forma, não houve nenhuma divergência. Houve  100% de aprovação no teste com biometria”, disse. A biometria foi uma reivindicação do Ministério da Defesa, que integra com o TSE e outros órgãos uma comissão de transparência para as eleições.

*Com informações da repórter Iasmin Costa

 

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