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No evento de adesão de Veneziano (MDB) a Pedro (PSDB), na manhã desta sexta-feira (07), um outro assunto apareceu com muita força nas rodas de conversas, longe de gravadores e celulares: a permanência (ou desembarque) do partido Republicanos na base do governo João Azevêdo (PSB), até o fim da campanha.

O assunto parecia superado, mas de maneira proposital ou baseada em insatisfação do grupo, o tema ganhou força.

Entre o motivos da instabilidade do apoio à campanha governista, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a insatisfação de alguns deputados – alguns que ganharam e outros que perderam a eleição.

O incômodo com força de Aguinaldo Ribeiro (PP), a relação dos Progressistas com Hugo Motta e Adriano Galdino, ambos do Republicanos, também  são colocados no centro das desavenças.

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Adriano, o deputado estadual mais votado, quer mais garantias de que, se João ganhar a eleição, terá apoio total do governo para se reeleger presidente da AL em fevereiro do ano que vem.

Conversa Política apurou que há um receio de Aguinaldo tentar “melar” o projeto colocando na disputa um aliado.

Em resumo, todos têm medo do espaços que os Ribeiros podem assumir na campanha ou em um novo governo.

Se esse burburinho vai ganhar força ninguém sabe ainda. Mas governistas, que não querem instabilidade, já estão atentos para evitar que vire uma onda sonora de parlamentares Republicanos, partido que fez oito deputados estaduais e multiplicou o capital eleitoral neste ano.

 

Jornal da Paraíba