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A arrecadação federal do mês de setembro chegou a R$ 166,2 bilhões, com uma alta real, já corrigida pela inflação, de 4,07%, em relação a setembro de 2021. Segundo as informações divulgadas nesta terça-feira (25) pela Receita Federal Brasileira, esse é o maior resultado para um mês de setembro desde 2000.

A Receita explica ainda que se não fossem considerados fatores não recorrentes, como receitas extraordinárias e de desonerações tributárias de natureza temporária, o resultado para o mês seria de R$ 163,2 bilhões.

De acordo com o órgão, “o acréscimo observado no período pode ser explicado, principalmente, pelo crescimento dos recolhimentos de IRPJ e CSLL.”. No mês de setembro, segundo a Receita, o Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas e a Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido totalizaram uma arrecadação de R$ 28,4 bilhões, com crescimento real de 9,85%.

“Importante observar que houve pagamentos atípicos de, aproximadamente, R$ 2 bilhões, por empresas ligadas ao setor de commodities.”, completa o documento da Receita Federal.

Outro destaque é a Receita Previdenciária, que teve arrecadação de R$ 45,7 bilhões, com acréscimo real de 4,84%. Segundo a Receite, o resultado ocorre, principalmente, por conta do aumento real de 8,50% da massa salarial.

CNN/BR