Braga Netto vota em agência bancária no Rio de Janeiro

Candidato a vice na chapa do presidente Jair Bolsonaro (PL), o general Braga Netto (PL) votou na manhã deste domingo (30.out.2022) em uma agência bancária na região de Copacabana, no Rio de Janeiro. Ele irá acompanhar a apuração de Brasília.

“Estou confiante. Vi em Minas Gerais, vi no Nordeste”, afirmou logo depois de votar.

Ele usava uma camisa amarela da seleção brasileira de futebol. O militar também vestiu uma camisa da seleção no 1º turno.

O presidente Jair Bolsonaro (PL) também votou na manhã deste domingo (30.out) no Rio de Janeiro. Ele chegou ao local minutos antes da abertura das urnas e foi o 1º a entrar na seção eleitoral.

Quem é Braga Netto

O general é mineiro, mas vota no Rio de Janeiro, onde conduziu a intervenção federal na segurança pública em 2018, no governo Michel Temer (MDB). O militar tem 66 anos e é ex-ministro da Casa Civil e da Defesa.

Nasceu em 11 de março de 1956, em Belo Horizonte. É casado com Káthya Braga Netto. Assim como Bolsonaro, também se formou na Aman (Academia Militar das Agulhas Negras) e na Escola de Educação Física do Exército.

A chapa com o presidente foi confirmada em 24 de julho em evento que reuniu cerca de 10.000 apoiadores no Maracanãzinho, no Rio. Quando foi escolhido por Bolsonaro, o militar foi chamado de seu “vice dos sonhos”.

De perfil discreto, evita dar declarações a jornalistas. Em conversas reservadas e em gabinetes de Brasília, tende a ser mais solícito e afável.

Desde julho, Braga Netto tem se envolvido nas articulações políticas. É a 1ª vez que um presidente disputa a reeleição em uma chapa pura, aquela formada por candidatos do mesmo partido.

Bolsonaro também é o 1º chefe do Executivo a trocar o seu vice na disputa pelo 2º mandato. Em 2018, formou chapa com Hamilton Mourão (Republicanos), eleito senador pelo Estado do Rio Grande do Sul no pleito atual.

O general chegou ao governo em fevereiro de 2020 para comandar a Casa Civil. Cerca de 1 ano depois, assumiu o Ministério da Defesa. É um dos conselheiros mais próximos do presidente.

Também foi assessor especial da Presidência de abril a julho –cargo que assumiu ao deixar a equipe ministerial para poder se desvincular da função pública mais perto das eleições, conforme determina a Lei Eleitoral.

Poder 360