O presidente do PL (esq.), Valdemar da Costa Neto, e o presidente Jair Bolsonaro (dir.), durante a filiação do chefe do Executivo ao PL - 30/11/2021 | Foto: Divulgação/PL

Contratado pelo Partido LiCberal (PL) para fazer pesquisas sobre as urnas eletrônicas, o engenheiro Carlos Rocha emitiu uma nota, na tarde da terça-feira 15, posicionando-se sobre a estratégia do PL de pedir a anulação da eleição. Rocha é presidente do Instituto Voto Legal (IVL) e um dos criadores da urna.

“O trabalho de fiscalização do PL termina em dezembro, está em andamento”, informou Rocha. “Ainda não foi divulgada qualquer versão final de relatório, temos estudos em andamento. “Após a contratação do IVL para a fiscalização pelo PL, todo o trabalho realizado é confidencial e, se for divulgado, o será pelo PL. Até ser liberada a versão final, os documentos são preliminares.”

Datado de terça-feira 15, o documento circulou internamente no PL.

Rocha está proibido contratualmente de se manifestar sobre o conteúdo do relatório, que conclui não ser “possível validar os resultados gerados em todas as urnas eletrônicas de modelos 2009, 2010, 2011, 2013 e 2015”.

A ideia do PL para pedir a anulação da eleição abrange os estudos do IVL sobre as urnas, a auditoria de inserções em rádios e as decisões do TSE a respeito da retirada do ar de conteúdo classificado como fake news.

 

Revista Oeste