Modéstia, leitor! Modéstia!

Tão importante quanto o ato de beber água, tornar sol e até mesmo respirar é a utilização diária da língua portuguesa; seja no dia a dia da informalidade seja nos mais requisitados momentos da vida.

Tudo começa com a junção de pequenos sinais gráficos (letras) que se juntam e formam sílabas que ao se juntarem formarão palavras que ganham vida e formam frases, orações e períodos. Estes se unem e estruturam os textos. Isso acontece porque as palavras se vestem à forma que são colocadas nas conversas informais, nas redações oficiais, nas tirinhas, charges cartuns e. em certos momentos, nas conversas entre pessoas com deficiência:

Há uma necessidade imprescindível de contextualizar o emprego dos vocábulos para que todos possam compartilhar os movimentos provocados pelas palavras em situações diversas.

A prova maior de que a contextualização é a base para a análise e compreensão do texto fica explicitado em várias ocasiões do nosso cotidiano.

Como explicar o significado de alguns vocábulos que, muitas vezes, são escritos e pronunciados da mesma forma senão através de um contexto? Palavras como “sede” (necessidade de tomar água) “sede” (lugar), “para” (preposição), e “para” (verbo)

Na verdade, o lugar e o momento fazem a diferença quando se refere a eficácia comunicativa da nossa língua portuguesa. Cada palavra deve ocupar seu lugar fazendo o seu papel de acordo a sua forma (MORFO) e sua função (SINTAXE).

Numa proposta de ensino de escrita e de leitura atual, o paciente desse ensino é inserido em contextos e práticas de linguagens significativas. Cabe ao emissor a tarefa de promover, como mediador desse processo de construção, o ensinamento das características discursivas e linguísticas de gêneros diversos. Produzir e ler um texto, portanto, requer conhecimentos sobre o uso, as funções sociais dos gêneros escolhidos, sua composição e seuestilo assim como o que dizer a alguém e como dizer.

É simples assim

Professor Júlio Francisco