O Distrito Federal começou a vacinar crianças acima de 6 anos contra a covid-19

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) realiza nesta terça-feira (22) uma reunião com especialistas de saúde, imunização e pediatria para avaliar novos dados enviados pelo Instituto Butantan sobre a ampliação da faixa etária do uso da vacina CoronaVac para crianças de 3 a 5 anos.

O objetivo é compartilhar com o grupo de especialistas externos os dados de eficácia e segurança do imunizante, para que eles possam contribuir com o processo de avaliação técnica da agência. Qualquer autorização de vacinas contra covid-19 para esse público tem que ser feita dentro do mais alto padrão de segurança, e por isso os encontros.

Na semana passada, a Anvisa pediu que o Instituto Butantan encaminhasse novas informações sobre a vacina CoronaVac como parte do processo de análise deste pedido de ampliação da indicação da vacina.

Na reunião desta terça-feira devem ser apresentados os dados de um estudo feito no Chile com crianças de 3 a 5 anos já vacinadas. Uma avaliação de efetividade mostrou que, em 500 mil crianças durante o surto de Ômicron, o imunizante evitou 69% das internações em UTI e preveniu 64,6% de outras internações. Contra infecção, a efetividade foi de 38,2%.

 

Agência Brasil