SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) — Ivete Sangalo, 49, já está pronta para a grande final do Masked Singer Brasil (Globo), que vai ao ar no próximo domingo (24). A cantora e apresentadora, que comanda a última disputa entre os artistas que se apresentam vestidos de Camaleão, Dragão e Leoa, conta o que o público pode esperar do desfecho da segunda temporada do programa.

“A final foi emocionante”, antecipa ela, que já concluiu as gravações. “Ver aqueles artistas realizando sonhos e conquistando aquele lugar, aquele momento. É uma alegria, saber que o sonho existe e a gente pode realizá-lo é sensacional, e a final vai ser incrível, de muita emoção e de muita música.”

“Tem os especiais do programa, as apresentações que vão para além do talento do fantasiado, que são todas as equipes engajadas em fazer um lindo espetáculo”, antecipa. “A luz, o palco, o balé, a edição, a direção do programa, é tudo muito mágico.”

Ivete também avalia como tem sido a experiência à frente do programa, que ela apresenta desde a primeira temporada no Brasil, em 2021. “Desde que comecei a ser a capitã do programa, eu me surpreendo com tudo o que criei na minha cabeça sobre como ele poderia ser”, conta.

“[É] um programa divertido, com as fantasias, onde a curiosidade é o grande barato, onde há expectativa de quem possa estar atrás da máscara”, avalia. “A minha surpresa foi ver muitos sonhos realizados naquele palco.”

Para ela, existe uma particularidade que diferencia o que é feito por aqui das edições do programa em outros países. “Um caráter da nossa versão brasileira é o quesito emoção”, afirma. “Porque os discursos e as revelações dos mascarados engrandeceram o programa; além de eles trazerem a performance, a alegria e a diversão, trouxeram um lado da experiência, que a gente não contava.”

“Uma unanimidade dos comentários dos participantes é a experiência positiva que a fantasia trouxe, como a possibilidade de ser e viver coisas que tinham o receio de experimentar”, revela. “Eu, como artista, enxergo que isso vai além do entretenimento.”

A cantora afirma que, quando isso acontece no palco, não tem como não se emocionar. “De verdade, fui tocada muitas vezes”, admite. “Eu, os jurados, a plateia e o povo brasileiro. Sendo um momento tão diferente para nós, que é o momento da pandemia, ser capaz de trazer um suspiro, uma gargalhada espontânea, uma conversa nos grupos, nas famílias, eu acho que esse programa aproximou muito as pessoas.”

Ela diz que se diverte acompanhando a repercussão da temporada nas redes sociais. “Tem uma coisa leve da ideia do programa, e todo o conteúdo de rede social trazia essa leveza, o que foi fundamental na construção da ideia e do sentimento do programa”, analisa.

“Mexer com a curiosidade das pessoas é muito interessante, porque eu via isso dentro de casa, na minha família, na minha equipe trabalhando, a discussão sobre quem era o Boto, quem era o Robô, quem era a Rosa”, conta. “Isso é muito legal, isso é reunir de novo.”

Ivete também destacou a relação que criou com os jurados do programa, Taís Araújo, Eduardo Sterblitch, Rodrigo Lombardi e Tata Werneck. Esta última substituiu a cantora Simone, da dupla com Simaria, que participou da primeira leva do programa.

“A primeira temporada com Simone já foi uma coisa muito maravilhosa, sou amiga dela há muitos anos, e da Taís também”, diz Ivete. “Já conhecia Rodrigo nas nossas andanças artísticas, mas pude conhecê-lo profundamente e ele é uma criatura sensacional.”

“E eu já conhecia o Edu também, mas ainda em caráter de encontros artísticos, não em caráter de amizade”, contou. “E aí nós criamos assim o nosso clã. Porque eles são pessoas admiráveis, hoje, meus amigos.”

“Aí, na segunda temporada veio Tata, que é uma figura muito sensacional também, divertida, alegre, criativa demais”, elogia. “Dentro de um programa onde o tema é a fantasia, ela deu um tom muito delicioso. As duas temporadas com esses times foram uma reunião de amigos e gente que admiramos. Foi incrível, me divirto e me emociono muito com eles.”

Ela também se derrete ao falar de Priscilla Alcantara, que venceu a primeira temporada e foi convidada para apresentar os bastidores da segunda. “Ela é um talento”, diz Ivete. “Eu sou suspeita para falar da Priscilla, porque já conhecia o trabalho dela, mas pude me aprofundar mais sobre ela na primeira temporada do programa, porque todo dia que entrava ali, ela gerava em mim uma comoção.”

“Além de uma grande cantora, já sabia da sua capacidade de comunicação, porque é uma figura que tem uma relação com a TV desde criança”, conta.

“Ela bateu a bola no peito e arrebentou. Muito engraçada, muito bonita, falante, viveu a experiência de ser mascarada… Acho que ela entrou nesse papel muito bem e com a personalidade dela.”

 

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