Presi jair Boilsonaro com. o ministro Marcelo Queiroga. O governo federal convocou 529 médicos e tutores por meio do programa Médicos pelo Brasil, substituto do Mais Médicos. Em cerimônia no Palácio do Planalto o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, formalizou o envio dos profissionais às regiões selecionadas.| Sérgio Lima/Poder360 18.abr02022

ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, recebeu sua 4ª dose de vacina contra a covid-19 nesta 2ª feira (6.jun.2022). O imunizante foi aplicado por sua mulher, Simone Queiroga, na unidade básica de saúde da Vila Planalto, em Brasília.

O governo federal liberou no sábado (4.jun) a aplicação da 2ª dose de reforço contra a doença para qualquer pessoa com ao menos 50 anos e para todos os profissionais de saúde, independentemente da idade. Antes, só idosos e imunocomprometidos podiam receber a vacina adicional.

Queiroga integra os 2 grupos incorporados nos últimos dias. Tem 56 anos e é médico. O ministro da Saúde também reiterou o pedido de que a população procure os postos de saúde para completar seus esquemas vacinais contra a doença.

ALTA DE CASOS

Os casos de doenças respiratórias estão aumentando com a proximidade do inverno, que começa em 21 de junho. O Brasil já tem enfrentado alta dos diagnósticos de covid-19. A média diária de infectados nos últimos 7 dias até domingo (5.jun) dobrou em relação a duas semanas antes, em 22 de maio. Passaram de 14.690 em 22 de maio para 29.394.

Apesar disso, o ministro disse não estar preocupado com a alta. “Pode haver pressão sobre o sistema de saúde? Pode. O sistema de saúde está preparado. Esse aumento não é algo que crie uma preocupação adicional”, declarou o ministro.

VACINAÇÃO EM 2023

Queiroga também avaliou que a vacinação contra a covid-19 irá continuar no próximo ano –ao menos para grupos prioritários. Em 2023 não faltará vacina, o que precisa é definir qual é o público-alvo, provavelmente idosos, profissionais de saúde, comorbidades estarão incluídos. Mas, se for necessário fazer uma campanha ampla, fazemos, disse.

O ministro afirmou que a vacina é a principal política pública de enfrentamento à covid-19. Disse que o número de óbitos caiu de maneira expressiva por causa do imunizante. E declarou que o ministério continua vigilante.

 

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