A música ‘Dança Brasileira’, de autoria do paulista Camargo Guarnieri, vai abrir o 5º Concerto Oficial da Temporada 2022 da Orquestra Sinfônica Jovem da Paraíba, que acontece nesta quinta-feira (6), com regência do maestro Luiz Carlos Durier. O concerto, que contará com um repertório que inclui obras dos compositores franceses Camille Saint-Saens e Leo Delibes, terá como solista o violinista Joilton Ferreira Freire.

A apresentação começa às 20h30, na Sala de Concertos Maestro José Siqueira, no Espaço Cultural. A entrada é gratuita, mas o acesso ao concerto será por meio de ingresso que deve ser retirado na bilheteria a partir das 19h.

Logo após ‘Dança Brasileira’, de Mozart Camargo Guarnieri, serão executadas duas composições do francês Camille Saint-Saens: ‘Romance para Violino e Orquestra, Op. 48’, com participação especial do violinista Joilton Ferreira Freire, e ‘Oriente e Ocidente, Op. 25’.

Em seguida, os jovens da orquestra paraibana vão tocar uma música do também francês Leo Delibes. Será o ballet de ‘Lakme’, ópera em três atos que conta uma história que se passa na Índia, durante o período do domínio britânico.

A obra do finlandês Jean Sibelius, um dos mais populares compositores do fim do Século XIX e início do Século XX, também estará presente nesse concerto. De sua autoria, serão executadas ‘Karélia – Abertura para Orquestra, Op. 10’, e ‘Karélia – Suíte para Orquestra Op. 11’. Para encerrar o concerto, foi escolhida a música ‘The Bamboula – Dança Rapsódica, Op. 75’. do compositor britânico Samuel Colleridge-Taylor.

“Nós estamos muito felizes com a volta dos concertos na Sala Maestro José Siqueira e temos a expectativa de casa cheia para apreciar um programa muito bonito, muito tranquilo e que vai ser bastante divertido e, principalmente, emocionante”, disse Luiz Carlos Durier.

Para o maestro, o concerto desta quinta-feira terá dois momentos importantes. “Um deles é a participação do solista Joilton Ferreira Freire, violinista da Orquestra Sinfônica Jovem, que vai solar o Romance para Violino e Orquestra, de Camille Saint-Saens. Um dos objetivos da Orquestra Jovem é exatamente promover os solistas da própria orquestra, que é onde se aprende a tocar e a solar também”.

O outro destaque citado por Durier é a música de Samuel Colleridge-Taylor, ‘The Bamboula’. “É uma dança rapsódica, uma música muito virtuosa e que requer da Orquestra Sinfônica Jovem muita concentração e muito empenho. É a primeira vez que essa música é apresentada na Paraíba, e eu creio que até no Nordeste, porque é preciso ter muita ousadia e coragem para preparar um repertório do nível que a orquestra jovem trouxe para esse concerto do dia seis de outubro”, finalizou.

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