Polícia Civil autua suspeito de agredir duas mulheres no Parque do Povo, em Campina Grande

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Corretor de imóveis Gutemberg de Almeida Luna Neto é suspeito de agredir mulheres — Foto: TV Paraíba/Reprodução

Um caso de agressão contra duas mulheres no Parque do Povo, em Campina Grande, local onde acontecem as festas de São João da cidade, está sendo investigado pela Polícia Civil da Paraíba. O corretor de imóveis Gutemberg de Almeida Luna Neto é apontado como autor das agressões e foi autuado por lesão corporal leve e injúria.

Tudo aconteceu durante o final de semana, na área de camarotes do Parque do Povo, mas só nessa segunda-feira (17) o caso veio à tona. E isso aconteceu depois que uma das vítimas, Rafaella Santa Cruz, resolveu falar.

Ela diz que mantém no setor de camarotes do local da festa um ponto de venda de salgados e outros lanches. Em certo momento da madrugada de sábado (15), Gutemberg teria começado a pular numa poça de água formada pelas chuvas que caíra no dia. Esse ato começou a molhar clientes e funcionários da vendedora, provocando incômodo. A própria estrutura onde fica o lanche também teria sido afetado.

Rafaella destaca, então, que pediu duas vezes para que o homem parasse. E quando foi além e mandou ele se retirar do ponto de venda de lanches, as agressões se iniciaram.

Rafaella Santa Cruz mostra o olho com derrame e o rosto com hematomas — Foto: TV Paraíba/Reprodução

De acordo com o seu depoimento à polícia, o homem jogou cerveja em seu rosto e depois lhe deu um murro no olho. Uma funcionária, ao tentar apartar a confusão, também teria sido agredida com um murro na boca.

A outra funcionária não foi localizada e o suspeito, ao ser contactado, disse que não tinha nada a declarar sobre a questão. Rafaella, por sua vez, disse que resolveu denunciar o caso para coibir violências do tipo, principalmente contra mulheres.

O delegado Paulo Eugênio, responsável pelo caso, informou que registrou um termo circunstanciado de ocorrência contra o suspeito. Ele foi liberado para responder ao caso em liberdade.

Paulo Eugênio informou, no entanto, que pode modificar a conclusão de sua denúncia se ficar comprovado que as agressões foram motivadas por violência de gênero.

 

Por: G1 PB

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