De acordo com os policiais, os profissionais de saúde chegaram a suspeitar que a criança estaria sendo dopada com medicação de uso controlado. Porém, segundo a delegacia, tanto o abuso sexual quando a sedação só vão poder ser comprovados mediante laudo após a criança ser submetida a exames.

A mãe da criança tem 18 anos de idade e quatro filhos, duas meninas gêmeas, de dois anos (uma delas é a que está internada), e dois meninos gêmeos, de dez meses. Ela falou sobre as acusações.

“Quando chegou no hospital disseram que ela tava sofrendo da abuso sexual. Não fizeram exame nem nada todo. Eu quero um exame para eu ter certeza se a minha filha tá sendo abusada mesmo. Minha filha é o tempo todo comigo, eu dou o comer dela, ela dorme comigo. Moram eu, meu pai, o marido da minha mãe, meu irmão de 14 anos e meus quatro filhos, incluindo ela. Esse negócio aí que tão dizendo que ela foi dopada isso aí é mentira também”, alegou.

Depois de ouvidos, os membros da família foram liberados. A mãe com três filhos, a avó e o tio da criança, acompanhados pelo conselho tutelar, foram liberados primeiro. Já o marido a da avó e o avô foram liberados posteriormente.

A criança com uma continua na UTI do hospital do Valentina em estado regular.